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terça-feira, 31 de maio de 2011

Mais fotografias !

Pessoal,

          Umas das formas de leitura que existem são as imagens, e particularmente sou apaixonada por ler fotografias, elas dizem muita coisa! Lendo o jornal Zero Hora no endereço eletrônico
http://www.clicrbs.com.br/zerohora, vi a Galeria de Fotos Gaúchos pelo Brasil - Brasil de Bombachas, muito show! O mais interessante é a interatividade que a Galeria propõe: podemos participar enviando fotos para o site publicar!


Uma das fotos mais lindas que achei foi a da cuia de chimarrão diante de uma árvore e do pôr-do-sol!

Beijos!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

BiblioFotoTeca !

Olá, leitores do BiblioInforma !

          Eu estava com saudade de publicar aqui, por isso arrumei um tempinho para apresentar (para quem ainda não conhece) um blog muito interessante que eu amei, o BiblioFotoTeca. Ele une três coisas que gosto demais: LIVRO, BIBLIOTECA e FOTOGRAFIA.

          Confiram: http://bibliofototeca.blogspot.com/


Fonte: BiblioFotoTeca

Um abraço a todos!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Bancos de imagens digitais

          Estamos vivendo em um mundo onde a imagem predomina. "Estejam elas fixas ou em movimento, as imagens acompanham quase cada instante do nosso quotidiano." (ACHUTTI, 2004, p. 101). Olhando ao nosso redor, perceberemos claramente que as imagens fazem parte da nossa rotina: nas ruas vemos nos outdoors, muros, banners, nas placas, faixas (no momento atual, há muitos banners e muitas faixas com fotos de candidatos à política!). Em locais de trabalho, como prédios, escritórios, restaurantes, lancherias, etc., podemos observar imagens em quadros com fotos de diretores, presidentes, funcionários do mês; em cartazes ou quadros de avisos, em crachás de identificação dos trabalhadores. Vemos ainda, e especialmente tratando neste post, imagens digitais espalhadas pelos vários bancos de imagens na Internet.
          O aprimoramento da tecnologia proporcionou o aumento do número de imagens disponibilizadas ao público geral da Internet, bem como o acesso facilitado, ou seja, uma pessoa pode ser criadora de imagens - e vídeos - além de consumidora, mesmo que esta pessoa possua conhecimentos superficiais sobre o assunto. 
Os aparelhos fotográficos são hoje mais compactos. Eles foram automatizados e oferecem inúmeras possibilidades, como o foco automático, fotômetro, objetivas com distância focal variável (leves) e motores destinados a fazer sequências de fotos, possibilidades que, até alguns anos, eram estritamente reservadas aos profissionais. (ACHUTTI, 2004, p. 101)
          Alguns bancos de imagens (locais onde fotografias ficam armazenadas) permitem o acesso e uso (cópia) da imagem, por outro lado, há bancos que só tornam disponíveis para o uso se o usuário pagar o valor estipulado pela administração do site. Cito como exemplo de livre utilização das fotografias o banco de imagens "1000 imagens" (http://www.1000imagens.com/), onde temos a possibilidade de fazer dowloads das fotografias para uso. Cada fotografia disponibilizada tem a sua identificação no 'pé da imagem', com o nome do banco de imagens e do autor do 'click' e, além disso, há a descrição da imagem e logo abaixo desta uma caixa de comentário, onde o usuário do site tem o privilégio de dar a sua opinião sobre a foto. Encontramos ainda, ao longo do banco, entre outros pontos, artigos sobre fotografia.
          Importante lembrarmos algumas questões dos direitos autorais. No artigo 1º do Código dos Direitos do Autor (apud PEREIRA, 2006, p. 1) diz que "Consideram-se obras as criações intelectuais do domínio literário, científico e artístico, por qualquer modo exteriorizadas, que, como tais, são protegidas nos termos deste Código, incluindo-se nesta protecção os direitos dos respectivos autores." O que este artigo quer explicar é que uma fotografia que ainda não tenha sido revelada, ou impressa, ou disponibilizada em algum computador ou no meio virtual, não tem o direito de proteção. Mas o autor Pereira (2006, p. 2) continua sua discussão dizendo que "O direito do autor pertence ao fotógrafo, salvo disposição expressa em contrário e é reconhecido independentemente de registo, depósito ou qualquer outra formalidade." e que "O direito do autor sobre obra fotográfica ou obtida por qualquer processo análogo ao da fotografia, caduca, na falta de disposição especial, 70 anos após a morte do criador intelectual, mesmo que a obra só tenha sido publicada ou divulgada postumamente e esta cai no domínio público.". O autor da fotografia pode reproduzir, disseminar e comercializar a sua obra, mas com algumas restrições, conforme Pereira (2006, p. 3).
          Hoje ficaremos por aqui na questão de bancos de imagens, há ainda outras questões a serem abordadas em relação à fotografia que discutiremos em outro momento neste blog.   



Referências

ACHUTTI, Luiz Eduardo Robinson. Fotoetnografia da Biblioteca Jardim. Porto Alegre: Editora da UFRGS, Tomo Editorial, 2004.

PEREIRA, Mário. Fotografia e direitos do autor. Revista SuperFoto Prática, [s.l.], 2006. Disponível em: <www.1000imagens.com/artigos/pdf/1000i_artigo19.pdf>. Acesso em: 27 set. 2010.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Algumas imagens !

          Postando algumas imagens de máquinas fotográficas antigas e digitais, além de celulares!

 ANTIGAS:



DIGITAIS E CELULARES:









Fonte: <http://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi>


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Fotografia

          Discutiremos hoje sobre a fotografia. Particularmente, gosto muito desta área, denominada arte de desenhar com luz.
A fotografia surgiu na primeira metade do século XIX, revolucionando as artes visuais. Sua evolução deve-se a astrônomos e físicos que observavam os eclipses solares por meio de câmeras obscuras, princípio básico da máquina fotográfica.(OLIVEIRA, ?, p. 1).
          Nomes como Angelo Sala, Johann Heinrich Schulze, Joseph Nicéphore Niépce, Daguerre, William Fox Talbot, Hércules Florence e George Eatsman - qiuímicos italianos, franceses, britânicos - descobriram compostos e formas capazes de captar e fixar imagens e deram os primeiros passos para o desenvolvimento da fotografia, bem como das máquinas fotográficas. Outro nome importante na história da fotografia é Leonardo da Vinci, que usufruiu da câmera obscura, acessório anterior à fotografia usada para esboçar pinturas. A pintura passou a ser, de certa forma, subsituída pela fotografia, como já dizia Benjamin (1987, p. 104). As máquinas fotográficas já foram descartáveis, criou-se a máquina de fotos instantâneas - a famosa Polaroid - fotos coloridas e em preto e branco. A fotografia acompanhou o avanço da tecnologia, e o que temos hoje são as máquinas digitais (e também os telefones celular) onde as fotos podem ser visualizadas imediatamente após o 'clic', apagadas instantaneamente se assim a pessoa desejar e, através de um cabo USB ou da ferramenta bluetooth (havendo compatibilidade de comunicação entre os aparelhos)  é possível tranferir as imagens para um computador - e até mesmo para uma televisão - e contemplá-las na tela do determinado aparelho. É possível, ainda, modificar fotografias em um computador utilizando programas como o photoshop.
          Pensando a fotografia como memória, como objetivo de perpetuar momentos históricos e pessoais, observamos que, especialmente os adolescentes e jovens de hoje, não tem mais a ideia de revelar fotos, exatamente pela conquista da imagem digital através da tecnologia. Tornou-se comum registrar fotos e selecionar as consideradas mais bonitas e que marcaram momentos importantes da vida pessoal para expô-las em redes sociais, como o orkut e o facebook. O quadro ou porta-retrato e o álbum 'palpável' já não são mais usados com frequência. O que vemos são álbuns virtuais com os mais variados títulos apresentando "pedaços" da vida da pessoa. Pensando em fatos históricos mais antigos, encontramos, principalmente, imagens registradas em suporte de papel (algumas hoje também digitalizadas). O fotojornalismo, que nada mais é que a fotografia de imprensa usada em notícias, informações culturais, entre outros assuntos., tem  também grande importância no 'mundo' fotográfico. Para organizar fotografias de forma que o encontro destas seja acessível, outra vez encontramos a preciosa figura do profissional bibliotecário, e também do arquivista. Seja para imagens em papel ou digitais, estes dois profissionais devem possuir técnicas e ferramentas para direcionar a organização de acervos fotográficos, principalmente em
[ . . . ] instituições e organismos a serviço da informação como museus, arquivos, bibliotecas, escolas, municípios, órgãos estatais e empresas privadas, que acumulam e mantêm grandes coleções de fotografias, usadas para descrever locias, as transformações e os eventos; explicar fenômenos científicos; como suporte pedagógico no contexto educacional; testemunhar acontecimentos históricos; auxiliar pesquisadores [ . . . ] (SILVA, 2007, p. 1)
          A fotografia, como diz Silva (2007, p. 5) "[ . . . ] requer um tratamento adequado." O autor destaca, ainda, que a fotografia é um instrumento de suma importância para pesquisadores,  e que é necessário questionar o seu conteúdo para que sirva na "[ . . . ] construção histórica da memória, seja coletiva ou individual [ . . . ]". Por fim, o bibliotecário e o arquivista, no contexto da fotografia (seja ela da época analógica ou digital), necessita mais que conhecimentos técnicos, precisa de "[ . . . ] capacidade cognitiva para avaliar o conteúdo das imagens, buscando compreender que o documento fotográfico tem uma natureza diferenciada, devido a sua linguagem não-textual [. . . ]" (SILVA, 2007, p. 5).



Referências

BENJAMIN, Walter. Pequena história da fotografia.  In: Obras escolhidas: magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1987.

OLIVEIRA, Erivam Morais de.  Da fotografia analógica à ascensão da fotografia digital. Disponível em: <http://www.bocc.uff.br/pag/oliveira-erivam-fotografia-analogica-fotografia-digital.pdf>. Acesso em: 20 set. 2010.

SILVA, Rosi Cristina da. O profissional da informação como mediador entre o documento e o usuário: a experiência do acervo fotográfico da Fundação Joaquim Nabuco. 2007. Disponível em: <http://www.aargs.com.br/cna/anais/rosi_silva.pdf>. Acesso em: 20 set. 2010.
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